Detalhes da atividade
IAs Ancestrais e Futuros Possíveis: Prototipando Tecnologias para o Bem Viver
Atividade Dia Zero
Descrição
Sobre a atividade
Organização: Marcha das Mulheres Negras
Nesta oficina presencial e participativa, o Comitê de Tecnologia da Marcha das Mulheres Negras propõe um "Laboratório de Imaginação Tecnológica". O objetivo é subverter a lógica tradicional de eficiência e algoritmos para perguntar: e se as IAs fossem projetadas para o bem-estar coletivo? Como que seriam tecnologias voltadas ao bem viver? Sob quais bases éticas elas se apoiam? Como seriam o trabalho humano envolvido, a criação das bases de dados e os processos de auditoria comunitária voltados ao Bem Viver? Como seriam tecnologias voltadas ao bem viver?
Utilizando uma metodologia acessível e o próprio celular como ferramenta de apoio, o público presente será dividido em subgrupos, que serão desafiados a inventar tecnologias orientadas por valores de justiça social e diversidade. A atividade conecta as discussões de governança da internet — como poder, dados e ética — às realidades cotidianas e à experiência política de mulheres negras, provando que decidir o rumo da tecnologia é, acima de tudo, uma decisão política.
Nesta oficina presencial e participativa, o Comitê de Tecnologia da Marcha das Mulheres Negras propõe um "Laboratório de Imaginação Tecnológica". O objetivo é subverter a lógica tradicional de eficiência e algoritmos para perguntar: e se as IAs fossem projetadas para o bem-estar coletivo? Como que seriam tecnologias voltadas ao bem viver? Sob quais bases éticas elas se apoiam? Como seriam o trabalho humano envolvido, a criação das bases de dados e os processos de auditoria comunitária voltados ao Bem Viver? Como seriam tecnologias voltadas ao bem viver?
Utilizando uma metodologia acessível e o próprio celular como ferramenta de apoio, o público presente será dividido em subgrupos, que serão desafiados a inventar tecnologias orientadas por valores de justiça social e diversidade. A atividade conecta as discussões de governança da internet — como poder, dados e ética — às realidades cotidianas e à experiência política de mulheres negras, provando que decidir o rumo da tecnologia é, acima de tudo, uma decisão política.